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terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Placas - Agricultores da Vicinal do Santa Rosa participam de curso de Pipericultura

Dos dias 11 a 14 de dezembro de 2017 no município de Placas, agricultores da Vicinal do Santa Rosa participara de um curso de Pipericultura (cultivo da pimenta-do-reino - Piper nigrum),  O curso foi ministrado pelo Engenheiro Agrônomo Jaldemir Cardias residente em Melgaço no Marajó, e teve todo o custo pago pelo agricultores participantes.

Participantes do Curso de Pipericultura
O curso ocorreu a partir da iniciativa do Agricultor Ancelmo Burmann, que é um grande defensor da agricultura familiar e que não mede esforços para defender a os interesses de sua comunidade. Inconformado com a falta de assistência técnica dos órgãos Nacionais, Estaduais e Municipais que deveriam dar suporte aos agricultores, Anselmo correu atrás de capacitação para os produtores de sua vicinal, e conseguiu trazer de tão longe uma pessoa especializada na área para ministrar esse curso na sua comunidade.
Estive na Vicinal do Santa Rosa juntamente com o Técnico Agrícola Luis Ricardo, onde participamos do ultimo dia do Evento, na ocasião entrevistei o Engenheiro Jaldemir Cardias, o organizador do Curso Anselmo Burmann e os demais participantes do Curso.

O Engenheiro Agrônomo:


Jaldemir Cardias - Engenheiro Agrônomo
Jaldemir Cardias  relatou que o objetivo principal do curso, foi inserir novas tecnologias no cultivo da pimenta do reino, visando o aumento da produção no futuro, como já ocorre em outros município do Pará. E que a sua maior motivação, foi o interesse dos agricultores nas novas técnicas apresentadas, e por isso já se disponibilizou em retornar em 2018 para fazer o acompanhamento das praticas de tratos culturais e manejo, e isso é muito importante pois apenas a capacitação não garante que eles tenham o aprendizado total, portanto me sinto na responsabilidade de além de ter capacitado, fazer um acompanhamento anual para que no terceiro ano eles tenham uma produtividade por planta de 3 quilos de pimenta seca. Pois acontecendo isso, no futuro com certeza o município irá resgatar essa cultura que tem importância fundamental no mercado, e que fará uma grande diferença na renda desses produtores.

Produto Orgânico: O curso foi fundamentado com base em praticas agro-ecológicas, sem a queima de terra, e preservando todo o material nativo, para que se possa absorver todo o produto natural e implementar como um adubo fertilizante visando garantir o desenvolvimento do produto, respeitando, solo, planta produtor e consumidor.


O organizador e Idealizador:

Anselmo Burmann - Agricultor e organizador do Curso
Anselmo Burmann, relatou estar muito feliz com a realização do Curso e com o resultado, o curso foi ministrado em sua propriedade, e além de ministrar o a capacitação em Pipericultura, o engenheiro agrônomo, inseriu também o manejo de outras culturas como o açaí, e cultivo de hortaliças, com foco na produção de repolho.
E a satisfação do grupo é geral, pois são tecnicas simples, mas até então desconhecidas, que aumentarão a produção de pimenta, como evitar as doenças no pimental, os tipos de adubação adequadas para a cultura da pimenta. Anselmo utilizou o exemplo do pão, e comparou o curso com um bom fermento, pois um bom fermento faz o pão crescer, e esse curso com certeza será o fermento que garantirá o aumento da renda desses 16 produtores que participaram do curso.

Os agricultores:

Conversei com praticamente todos os participantes do curso, e o que pude perceber foi uma empolgação generalizada, todos exaltando as tecnicas, as novas tecnologias, e ansiosos par iniciar o trabalho em suas propriedades. O mais animador e o maior incentivo, é saber que a partir de hoje iremos trabalhar da maneira correta, sem cometer erros corriqueiros, esse cursos trouxe soluções e tecnologias que levaram anos, talvez décadas para serem desenvolvidas e isso passa confiança e é um incentivo a mais para trabalharmos relatou o Agricultor José Baiano.

Entenda a Pipericultura


O cultivo da pimenta-do-reino (Piper nigrum), ou pipericultura, teve início no Brasil em grande escala a partir de 1933, com a colônia japonesa que se instalou no Pará. A pimenta-do-reino é utilizada como condimento na culinária do mundo todo, e também pela indústria de embutidos. Além disso, da pimenta-do-reino é extraída uma molécula chamada piperina, usada na indústria farmacêutica por apresentar diversas propriedade medicinais.

A produção de pimenta-do-reino no Brasil em 2012 foi de aproximadamente 52 mil toneladas, posicionando o país entre os maiores produtores do mundo, com rendimento médio de 2357 kg/ha. Seu cultivo é concentrado principalmente no Estado do Pará, com 90% da produção nacional, seguido por  Espírito Santo e Bahia. Cidades do interior de São Paulo, como Campinas, que apresenta temperatura média anual favorável, também apresenta o cultivo da especiaria.

A cultura da pimenta-do-reino é sujeita a contaminação em diversas etapas do processo produtivo, logo o pipericultor deve ter atenção quanto às boas práticas, para manter a sanidade do produto final e este poder ser comercializado sem restrições.
                                                                                                                                                

Exigências edafoclimáticas


A temperatura média exigida pela pimenta-do-reino é em torno de 25°C. O índice pluviométrico, deve ser superior a 1700 mm anuais, e com chuvas bem distribuídas, limitando o período seco no máximo dois meses.

O solo onde a pimenteira será cultivada pode ser tanto arenoso quanto argiloso, desde que apresente retenção de água suficiente para que não haja deficiência hídrica durante o período seco, e que não seja favorável ao encharcamento, pois o acúmulo de água na região do sistema radicular pode favorecer o desenvolvimento de podridões. De maneira geral, os solos devem ser profundos, com boa aeração, com declive inferior a 8% e sem pedregosidade.
                                                     

Espaçamento


Os espaçamentos mais comuns para a cultura da pimenta-do-reino são, para fileiras simples, 2,0 m x 2,0 m, 2,0 m x 2,5 m, e para fileiras duplas, 2,5 m x 2,5 m (deixando 5 a 7 m entre dois pares de linhas de plantio) e 2,5 m x 2,5 m (deixando 5 m entre dois pares de linhas). Um exemplo de plantio pode ser observado na figura 1.


 Mudas plantadas e cobertas com folhas de palmeiras em sistema de fileiras duplas. Fonte: EMBRAPA.

Implantação


A primeira etapa é o enterro de tutores de 3 metros de comprimento a 0,5 m do chão. Em seguida, deve ser feita a abertura das covas do lado leste do tutor, para que a planta receba luz solar direta somente no período da tarde. A profundidade ideal das covas é de aproximadamente 40 cm, guardando-se o solo retirado para ser ser misturado ao adubo.

As mudas devem ser plantadas a 20 cm do tutor e inclinadas em direção a ele. É recomendada a prática do coroamento, que consiste na amontoa de solo ao redor da muda, em cerca de 30 cm de altura, para protegê-la do encharcamento, mas mantendo a umidade do solo.

Tratos culturais


- Amarrio: fazer a fixação da muda até que atinja a altura do topo, para que não haja risco de quebra de ramos e secamento da planta. O amarrio pode ser feito com fios de barbante, fitilho plástico ou cipó.

- Capina: o controle de plantas daninhas é fundamental, pois a pimenteira-do-reino é sensível à competição com invasoras. Na época das chuvas, é adequado realizar a aplicação de herbicidas, e no restante do ano pode ser feita a capina com enxada, tendo cuidado para não danificar as raízes. O solo completamente exposto pode aumentar a temperatura e evaporação do solo, logo o ideal é apenas roçar o mato ou deixar uma planta como cobertura, por exemplo, uma leguminosa.

- Cobertura morta: serve para proteger o solo da erosão, manter a umidade do solo durante o período seco, diminuir o desenvolvimento de plantas daninhas, aumentar a matéria orgânica e disponibilizar nutrientes para as plantas. Podem ser utilizadas casca de arroz, raspas de mandioca, capim seco, etc.

Adubação


A adubação deve ser feita de acordo com a recomendação de um engenheiro agronômo, baseada na análise de solo. A pimenteira-do-reino é considerada exigente em adubação, no entanto, isso é resultado dos solos brasileiros, de elevada acidez e baixa fertlidade. A adubação pode ser química ou orgânica; algumas das fontes orgânicas utilizadas são torta de mamona, cama de frango, esterco curtido e turfa.


Tratos fitossanitários


A principal doença que afeta o pimental é a fusariose, ou podridão das raízes, causada pelo fungo Fusarium solani f. sp. Piperis. A fusariose é a principal responsável pela redução da longevidade do pimental, de 12 a 14 anos para cerca de 4 a 6 anos. A infecção pode começar nas raízes e atingir até 30 cm da parte aérea da planta, ou começar nas folhas e progredir até o sistema radicular.

A prevenção da doença começa com a utilização de mudas de estacas tratadas com fungicidas e retiradas de pimentais sadios, dos ramos herbáceos (longe da base da planta) e sem sinais de escurecimento de vasos. É importante que as estacas sejam adquiridas em viveiros cadastrados pelo Ministério da Agricultura. A área de cultivo deve ser distante de áreas com incidência da doença. Outras medidas a serem tomadas é evitar ferimentos nas raízes durante a capina, ou em qualquer outra parte da planta; não utilizar tutores oriundos de áreas contaminadas; realizar adubação adequada; não realizar o trânsito de pessoas e maquinário agrícola de áreas infectadas para áreas sadias; avaliar com frequência o pimental em busca de sintomas e eliminar e queimar os indivíduos doentes.

Há outras doenças de importância econômica para a cultura da pimenta-do-reino. O mosaico da pimenta do reino, causada pelo vírus do mosaico do pepino, causa manchas cloróticas e pode levar a deformação do limbo foliar e superbrotamento. O controle é preventivo e segue as mesmas recomendações adotadas para a fusariose.

A podridão do pé, causada pelo fungo Phytophthora capsici Leonian, afeta as raízes e a base do caule; o controle é feito com fungicidas e deve-se evitar a capina na base da planta com sintomas.
A galha das raízes tem como agentes causais os nematoides Meloidogyne javanica e M. incognita, que levam a formação de galhas alongadas nas raízes, principalmente as adventícias, além de sintomas de deficiência nutricional nas folhas. Seu controle consiste na aplicação de nematicidas.

Colheita e Beneficiamento


Uma lona limpa deve ser colocada no solo em volta da pimenteira, de forma a evitar perda e contaminação dos grãos que caírem no chão. As espigas (Figura 2) devem ser colhidas manualmente e colocadas em sacolas higienizadas. Os grãos semi-maduros são colhidos para produção de pimenta preta, e os maduros para a produção de pimenta branca. Para a pimenta verde, os grãos são colhidos com dois terços de desenvolvimento e a para a pimenta vermelha a colheita é feita quando a casca está de vermelha a púrpura.


Espigas da pimenteira-do-reino, antes da maturação. Fonte: CEPLAC.

Fonte: Casa do Produtor Rural / Ellen Camila Silva


Fonte: Casa do Produtor Rural / Ellen Camila Silva

O processo de secagem ao sol é bastante sensível à contaminação, especialmente por salmonela e coliformes fecais (Figuras 3). O local deve ser isolado para que não haja entrada de animais, e os trabalhadores devem usar calçados e roupas limpas, além de ter hábitos adequados de higiene pessoal.
             

Figura 3 – Secagem ao sol para obtenção de pimenta-do-reino
         Fonte: Steenbergs- Creative commons

Armazenamento


Os grãos de pimenta devem ser colocados em sacos de 50 kg, de aniagem ou polipropileno, sobre estrados de madeira, em armazéns livres de insetos e roedores, contendo boa ventilação e piso impermeabilizado.
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Segue abaixo mais imagens do curso. Clique nas imagens para ampliar.



















segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Polícia Civil ganha mais de 400 policiais formados após concurso público

A formatura dos policiais aconteceu na manhã este domingo (10) no Hangar Convenções e Feiras da Amazônia.

 


Na manhã deste domingo (10) aconteceu a formatura de 474 policiais civis no Hangar Convenções e Feiras da Amazônia, em Belém. . Do total de PCs formados, são 289 investigadores, 166 escrivães e 19 papiloscopistas.

São investigadores, escrivães e papiloscopistas aprovados no Concurso da Polícia Civil, realizado no ano passado com a participação de mais de 27 mil inscritos, e que concluíram o curso de formação. Agora, a expectativa é pela nomeação, que deve acontecer até o final do ano. No início de 2018, os novos agentes serão empossados.

“A posse desse efetivo vai representar um aumento de 20% no nosso atual efetivo. O estado está investindo bastante nos recursos humanos. Há dois meses, nós formamos 300 bombeiros, e 2.184 novos policiais militares entraram na academia”, disse o delegado geral Rilmar Firmino.

O último concurso da Polícia Civil havia acontecido em 2014. “Essa é uma etapa fundamental para que a gente aumente o efetivo da Polícia Civil e, com isso, assegure mais condições de segurança. Desta forma, a segurança pública do Pará já começa o ano com novos policiais para combater a violência em nosso estado”, disse Alice Viana, secretária de Estado de Administração.


O concurso público da Polícia Civil prossegue com os 152 delegados aprovados no concurso. Eles estão realizando o curso de formação, que tem duração de 85 dias. A conclusão será no final de fevereiro. 


Fonte: g1.para

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Crônicas do Gilberto Leite - Democracia Tempos Incriveis

Caros Leitores do blog, essa crônica vem relatar os bons tempos da democracia e da preservação e ampliação dos direitos adquiridos, tempos incríveis, tempos de crescimento onde se acrescentava e não se tirava, tempo de construção, de benefícios, tempo de sorrir, tempo de crescer, de evoluir, de viver.

Mas como se trata de minha opinião pessoal prefiro chamar de Pitaco do Blogueiro, e para isso utilizarei três matérias que postei aqui no blog sobre fatos democráticos importantes.

Pitaco do Blogueiro:  O município de Placas com pouco mais de duas décadas de existência, foi emancipado quando o Brasil vivia o início de uma  democracia plena, e o mundo vivia um revolução tecnológica, do impeachment de Collor à queda do World Trade Center, da popularização dos computadores e celulares, não há fato que, sozinho, sirva como medida da nossa época. Pensando bem, talvez exista um: as últimas décadas do século 20 foram marcadas pelo surgimento de um poder civil extraordinário, ancorado pela tecnologia. O poder de ver, registrar e compartilhar informações com o mundo por meio da internet. Esse “resgate da narrativa” teve um efeito extraordinário sobre a imprensa e as noticias que passaram a ser publicadas em tempo real por qualquer pessoas conectada, por isso estou aqui a postar, simplesmente enfatizando a minha opinião, pois sou livre para isso, e a grande maioria dos leitores terão acesso imediato através de seus computadores, tablets e celulares, e imediatamente submeterão essa crônica (pitaco) a suas criticas positivas e negativas, e essa diversidade de opiniões é que me obriga a estar cada vez mas preparado e criativo.

Para melhor entendimento dividirei em quatro atos essa novela, espetáculo, dramaturgia, série ou batalha da vida real, que mostra o regresso, o retorno da indicação política, o fim da vontade do povo na Gestão Educacional.

Democracia Ato 1: Para entender bem acesse o blog e leia a primeira matéria que postei no dia 23 de Setembro de 2015 com o título:Eleição 2015: Diretores e Vice-diretores das escolas públicas municipais de Placas, onde foram apresentadas as chapas para a escolha de Diretores para as Unidades Escolares da Rede Pública Municipal – Gestão: 2016 a 2018 de acordo com o Edital Nº 0001/2015, em cumprimento a Lei 166/2009, a Lei 174/2010.

Democracia Ato 2:  No dia 20 de Outubro de 2015 postei a matéria Eleições para Diretores e Vice Diretores das Escolas de Placas - Resultado Final, onde foram divulgadas as chapas vencedoras de acordo com a vontade dos pais e alunos e demais votantes. Um ato louvável que merecia ser repetido no final do mandato.

Democracia Ato 3:  Enfim, no dia 21 de Dezembro de 2015 publiquei a matéria Educação: Diretores e Vice Diretores Eleitos em 2015 são empossados, divulgando a posse que ocorrera no dia 17 de Dezembro do corrente ano, onde se sacramentava a vontade do povo, e se fazia cumprir a democracia ao pé da letra, ato louvável, ato que merece os parabéns, que merecia ser repetido.

Ato 4 O Regresso: Mas em 2017 a Prefeita do Município, enviou uma lei para a Câmara Municipal que tirava vários direitos dos servidores públicos, e também tirava da população o direito de escolha dos Diretores e vice-diretores das escolas públicas, permanecendo a indicação política, onde a meritocracia e a democracia foram substituídos pelo QI (Quem Indicaram).
Ato 5 O Repúdio: Convido os meus leitores a compartilhar essa matéria e a Repudiar veementemente essa atitude ditatória, são atitudes assim que nos faz colocar em cheque a validade do sistema democrático.

Ato 6 A Democracia Digital: No entanto, os desvios de conduta, ao que sinto, não existem como consequência da Democracia. O sistema democrático, especialmente a liberdade de imprensa e as redes sociais, apenas tornam públicos os atos desonestos e repressivos, assim como acompanhamos recentemente na câmara municipal de Vereadores de Placas onde a polícia apresentou uma forte presença com um enorme poder de fogo para reprimir manifestações democráticas de professores, e tudo isso foi registrado e divulgado em tempo real. E essas imagens já rodaram o mundo.


Ato 7 A Analise Crítica: Impõe-se fazer um balanço geral de nosso modelo democrático. Há vícios que estão na própria raiz do sistema desde a criação de tal. Mas atualmente o debate não fica circunscrito aos políticos. A sociedade assumiu um papel importante ao expressar a sua opinião em tempo real, e a sociedade civil organizada tem de exigir participação efetiva na discussão e presença eficaz nas estruturas de poder assim como está fazendo o Sintepp de Placas, ao se manifestar, ao debater, ao não se conformar com atitudes que tiram direitos adquiridos, mesmo não tendo a participação de todos os servidores sindicalizados está incansavelmente lutando pelos direitos de toda a categoria. E exemplos assim deveria ser seguidos por outras esferas da sociedade Civil Organizada que apenas se colocam no papel de telespectadores, deixando de ocupar o importante papel principal que lhe é de direito.

Ato 8 A Analise Neutra: A quebra das artimanhas da corrupção, a superação dos vícios que desnaturam os fundamentos da Democracia, tudo isso só será alcançado através de intensa mobilização popular atuando diretamente através do censo crítico analítico, pois todas as informações devem ser analisadas assim como os atos que se divulgam. Pois as redes sociais e a internet também são usadas para distorcer fatos e informações, para divulgar notícias falsas, para perseguir, para defender ideais políticos cegos, assim como é utilizada para mostrar a realidade para todos os presentes e ausentes.


Ato 9 O Desfecho: Como desfecho do fim da Democracia Escolar, a Prefeita, partidos vereadores e aliados indicaram e empossaram os novos Diretores escolares, e para a surpresa e espanto de muitos estou aqui para desejar a todos os Diretores empossados que façam uma boa Gestão, pois a Educação merece o melhor de cada um de vocês, pois apesar dos fatos da nomeação, vocês terão de fazer uma gestão exemplar, uma gestão como nunca fora feira pelos eleitos, pois caso contrario o fardo vai pesar muito. E desejo de coração que a Educação ganhe com vocês, pois estou a expressar o meu ponto de vista, mas não estou aqui para pregar a "política do quanto pior melhor," pois sou filho de Placas, tenho filha na escola e compreendo que a Educação é a Base de tudo, base da Vida, Base do futuro, portanto Boa Sorte a todos!!!

Ato 10 O Ato final: No ato final, venho me solidarizar com os Ex diretores eleitos que retornaram para a sala de aula, é hora de levantar a cabeça e dar o melhor de si, não adianta brigar, xingar, culpar os outros, isso não vai trazer os seus cargos de volta, o fato foi legitimado pela lei, mas lei nenhuma vai modificar a dignidade, o respeito, e a consideração que a sociedade tem por vocês que foram eleitos, portanto é hora de fazer a transição e colaborar com o próximo diretor, colaborar com a escola como vocês sempre fizeram, e mostrar que apesar de tudo o amor de cada um pela educação é maior do que qualquer 10 a 1 na câmara municipal. Mas se calar nunca, deixar de lutar pelos direitos jamais.
Deixo a todos essa frase de Platão para finalizar esse ato e essa matéria.
E um grande abraço do amigo Gilberto leite.



domingo, 30 de julho de 2017

Avião com Deputados Zé Geraldo e Airton Faleiro faz puso de emergencia na BR 163

Avião na BR 163
O avião em que estavam o deputado federal paraense Zé Geraldo e o deputado estadual paraense Airton Faleiro, ambos do Partido dos Trabalhadores, teve que fazer um pouso de emergência na rodovia BR-163, a dois quilômetros do município de Novo Progresso, sudoeste paraense, na manhã deste domingo.
 
Os deputados Petistas Zé Geraldo tem residência e familiares no município de Medicilandia, e o Deputado Airton Faleiro reside no Município de Santarém, é eleitor do município de Rurópolis e iniciou a sua carreira política no município de Placas  onde reside grande parte de sua família.
Deputados após o pouso de Emergência


De acordo com informações do Partido dos Trabalhadores, o avião em que estavam os parlamentares - do modelo Bonanza - precisou pousar após ter um problema na mola tensionadora do cabo de comando do leme.
“Com responsabilidade e perícia, primando sempre pela integridade física dos passageiros, ele pousou em segurança na rodovia que estava completamente vazia naquele horário. Os deputados elogiaram a ação corajosa e responsável do piloto que evitou uma possível tragédia aérea”, declarou a nota do Partido dos Trabalhadores.
“Todos os ocupantes do avião passam bem e não houveram feridos nem danos materiais”, afirmou o partido.
Avião com deputados paraenses faz pouso na rodovia BR-163 (Foto: Reprodução Facebook)
Deputados Zé Geraldo (à esquerda) e Airton Faleiro (à direita) estavam no avião que fez pouso em rodovia (Foto: Reprodução Facebook)

sábado, 29 de julho de 2017

Projeto regulamenta porte de arma para quem mora em propriedades rurais

O Projeto de Lei 6717/16, em análise na Câmara dos Deputados, disciplina o porte rural de arma de fogo no País. O autor da proposta, deputado Afonso Hamm (PP-RS), argumenta que o atual Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/03) está em vias de ser revogado por um outro projeto de lei (PL 3722/12) e que, portanto, os proprietários e trabalhadores rurais devem ter resguardado seu direito de proteção da vida e de suas propriedades.

“A demora em apreciar a proposição [que revoga o Estatuto] no Plenário não pode pôr os proprietários rurais à mercê dos delinquentes. É preciso que o legislador se antecipe e garanta o direito dos proprietários rurais e dos trabalhadores rurais”, afirma Hamm.

Requisitos
Segundo o projeto de Hamm, a licença para o porte rural de arma de fogo será concedida ao proprietário e ao trabalhador maiores de 25 anos de idade residentes na área rural que dependam do emprego de arma para a defesa pessoal, familiar ou de terceiros e ainda patrimonial.
Para requerer o porte, os interessados deverão apresentar documento de identificação, comprovante de residência em área rural e atestado de bons antecedentes. A falta do comprovante de residência poderá ser substituída pela declaração de duas testemunhas e o atestado de bons antecedentes, pela declaração da polícia local. O projeto não informa a autoridade a quem o requerimento deverá ser apresentado.

A licença para o porte rural de arma de fogo terá validade de dez anos e será restrita aos limites da propriedade, condicionada à demonstração simplificada, à autoridade responsável pela emissão, de habilidade no manejo da arma.

A arma licenciada será cadastrada e registrada no Sistema Nacional de Armas (Sinarm). O extravio, furto ou roubo deverá ser imediatamente comunicado à unidade policial mais próxima, que providenciará sua comunicação ao Sinarm.

Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. AC.